sábado, 29 de agosto de 2015

Porque recordar é viver

Ao fim de algumas horas madrugada dentro a recordar atuações, momentos especiais e o percurso na vida/carreira da Luciana Abreu, foi inevitável a certa altura não me emocionar.
Como assim passaram 9 anos desde a ''Floribella''? 
Tinha 11 anos. Era apenas uma miúda quando se deu aquele sucesso estrondoso à volta do projeto. Foi a partir dessa altura que a comecei a admirar como tantos outros a admiravam. No que dependesse de mim não perdia um episódio. Sabia as  letras das músicas de cor e salteado. Comprava semanalmente a revista. Em 46 números, apenas perdi dois porque se esgotaram antes que eu as pudesse comprar. Era uma fã incondicional! 
Hoje, com 20 anos, tenho guardados os CD'S, as revistas, os lençóis e tantas outras coisas. São recordações e não deixo que ninguém se aproxime delas. O que permanece desde essa altura? O carinho pela Luciana. A ''Floribella'' foi sem dúvida um marco na minha vida e se na altura de certa forma a idolatrava, hoje considero-a uma referência para mim. A admiração que tenho por ela não tem peso, conta ou medida. Para mim é uma das melhores vozes de Portugal e merece continuar a vingar como até agora. A verdade é que tem uma fã para a vida e a prova é que se passaram 9 anos e o sentimento prevalece e quando é verdadeiro, não desaparece. 
Um sonho? Trabalhar com ela 
Afinal a vida também é feita deles e são eles mesmo que comandam. 


    
  Luciana Abreu







quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Diogo Piçarra, o eterno ídolo de Portugal





Se há coisa de que me orgulho, é estar presente e ser seguidora da carreira artística desta grande pessoa desde sempre - ''sempre'' que corresponde ao seu ''aparecimento em público''. Aliás, nem poderia ser de outra forma, pois o percurso dele a partir do momento em que entra no programa Ídolos até aos dias de hoje é simplesmente estrondoso! Se agora tem todo este sucesso e reconhecimento deve-se ao facto de não desistir facilmente e à sua persistência, como me disse um dia.  
À três anos, quando se consagrou Ídolo de Portugal, eu fiquei tão contente e festejei tanto (embora que em silêncio porque nesse instante eu era a única acordada aquela hora e não podia acordar ninguém, de maneira que apesar de saltar e ''gritar'', tive de o fazer sem fazer algum tipo de ruído), que a certa altura estava banhada em lágrimas. MESMO! 
Desde aí acompanhei de perto e como pude as suas conquistas e acho que todos nós agradecemos por alguém com esta qualidade ser ''um dos nossos''. Portugal tem grandes vozes! 
Merece todo o mérito porque trabalha para isso. É um profissional de mão cheia! Prova a tudo e todos que ''o sonho comanda a vida''. 
Para mim é sem dúvida um dos melhores e do melhor que o nosso país tem.

O meu apoio será sempre incondicional! 


Deixo aqui o vídeo oficial de uma das minhas músicas preferidas:






terça-feira, 25 de agosto de 2015

''para quem o critica duramente, a maior resposta ele não dá com palavras, mas sim com os pés''

O post de hoje é dedicado ao português mais conhecido em todo o Mundo. 
Uma vez que é dos seres humanos que mais admiro, faz todo o sentido escrever sobre ele. E escrevo neste momento porquê? Por causa disto: 


Revolta-me que por vezes sejam tão cruéis com ele e no que diz respeito à sua pessoa. Não agradamos a toda a gente, é certo, mas o respeito é obrigatório. É amado e odiado, mas são estes, os que dizem não ser seguidores do seu trabalho (muito menos da sua personalidade) que mais o acompanham, é a mais pura das verdades e basta refletirmos um pouco. Agora pergunto, porquê perder tempo com alguém de quem não se gosta? Qual a necessidade de ''atacar'' o outro? Quando não gostamos de algo ou alguém, o mais normal seria ''ignorar existência''. Para quê tanto insulto em plenas redes sociais? O quê que isso contribui para a  vida pessoal de cada uma dessas pessoas? Satisfação interior? Sentimento de ''grandeza''? Não consigo entender. Nunca vou conseguir. 
Estamos perante alguém que nasceu no seio de uma família humilde e trabalhadora e que hoje colhe o que plantou. TUDO FRUTO DO SEU TRABALHO. Sem ajudas! Mesmo não agradando a todos, devíamos tê-lo como exemplo no que diz respeito à dedicação, ao empenho, ao esforço e ao pensamento de querer ser o melhor, não para se sentir superior, mas para conseguir superar-se a si mesmo e provar que é possível acreditando que somos capazes. E devíamos orgulhar-nos ainda mais por um português ser um dos melhores do mundo na sua profissão pelos motivos que antes referi.  Muitas pessoas fazem juízos de valor no que diz respeito à sua forma de ser com base nos milhões, mas é mesmo isso que determina se alguém é bom ou mau? Ele tem bom coração? Sim, tem! E muitos se devem perguntar de onde o conheço para o afirmar desta forma. A verdade é que apenas o conheço como todos os outros o conhecem, através do mediatismo, mas ao contrário dos outros eu não falo por falar, mas sim por seguir o que faz dentro, mas sobretudo fora de campo. O mal de muita gente é ''mandar para o ar'' que ele não ajuda os outros e que só quer saber do seu ego. É deprimente! Se assim fosse não estaria a cometer crime nenhum. O dinheiro é SEU e ganha-o de forma ''limpa'' e através de si mesmo.O Ronaldo ajuda sim! E não demonstrar publicamente como todos os outros fazem faz de si a pior das pessoas segundo se comenta um pouco por todo o lado. Se o fizesse de todas as vezes que o faz era apelidado de exibicionista, tenho a certeza. A crítica está sempre presente no que diz respeito a ele seja por bons ou maus motivos. 
Aproveito para falar no motivo que o levou a publicar aquela ''indireta direta''. Acho que no que diz respeito ao futebol todos sabem que em campo a equipa é formada por 11 jogadores, logo, todos têm o seu ''papel importante'' cada um na sua posição e todos têm de contribuir para que o resultado seja positivo  e a exibição de excelência. Agora digam-me, porquê que se o Ronaldo marca e o clube que defende ganha ele é o maior e se o resultado não for positivo e estiver aliado ao ''apagamento'' da sua veia goleadora ele já não o é? Vocês decidam-se ou então comecem a realmente ser adeptos de futebol.e a saber ''apreciar'' a beleza do mesmo, sim, porque muitos comentam e nem um fora-de-jogo sabem o que é. Ele não tem porque ser culpabilizado na totalidade por maus resultados. Não é Ronaldo contra 11, mas sim 11 contra 11. Pé de igualdade que aos olhos de tantas pessoas não existe. 
Para mim é o MELHOR DO MUNDO  e para quem o critica duramente, a maior resposta ele não dá com palavras, mas sim com os pés. 
Perdoem-me um texto tão grande, mas é um assunto que mexe particularmente com as minhas emoções. 

domingo, 23 de agosto de 2015

Paulo Sousa #Ídolos

Em dia da final do Ídolos, óbvio que tinha de escrever acerca disso. Nunca pensei é que escreveria neste momento porque isso significa que o concorrente por quem torci já está fora da competição. Estou a falar do Paulo Sousa como já se percebeu para quem segue o programa. 
O Paulinho, como carinhosamente o trato, ao longo destes meses provou que Portugal tem talento e está bem representado. É um exemplo de determinação. É esforçado, focado. É um profissional de mão cheia! É estrondoso, fora de série. Merece cada elogio que recebe por parte de cada apreciador de talento. Vai vingar tanto na vida. Aliás, já agora vinga, mas acredito que esteja apenas no inicio. 
Torci por ele desde o primeiro momento em que soube que lutava por um lugar no programa. Domingo após domingo ali estava eu em frente à televisão com o celebre ''Paulinho'' a sair-me boca fora assim que ele aparecia e no fim lá estava eu a bater palmas efusivamente, mesmo sabendo que ele não estava a ver. Foi uma forma de gala após gala exteriorizar o carinho que tenho por ele. 
Ele respira amor pelo que faz e isso é tão visível que até emociona! 
Concorreu e venceu! 
É português e só nos orgulha! 
ÉS GRANDE PAULINHO! Vences em qualquer parte do mundo  


sábado, 22 de agosto de 2015

''A verdade é que as melhores coisas da vida não se explicam, sentem-se''

Ao fim de tanto tempo sem publicar, estou de volta!
Regresso com um motivo muito especial. Hoje, sim, porque já passa das 00:00h realiza-se o batizado da minha sobrinha mais nova. Como tal decidi escrever sobre o quão bom é para mim ser TIA. Sou sincera... é das melhores coisas da vida e de certo que não sou a única a pensar desta forma.
Aos vinte anos tenho três sobrinhos, mas dentro de sete meses, de três passam a quatro. O sexo? Ainda não sei, mas gostava que fosse menino.
Aos onze anos o ''estatuto de tia'' foi-me dado pela primeira vez. Não estive presente todos os dias devido à distância, contudo em período de férias a minha presença foi constante. Tenho boas recordações, mas o facto de ser tão nova fez com que não aproveitasse o que realmente é ser tia e só agora me apercebo disso. Hoje em dia, passados 9 anos a única coisa que permanece igual em relação a mim e á princesa Juliana é a distância, infelizmente. Quanto ao resto? Sem dúvida que sei o que ser tia implica e tiro o melhor proveito disso! A melhor parte? Um abraço seguido de um ''adoro-te''. Toca a coração e fica para a vida! 
A 02-01-2014 nasce o meu piolho. Uma curiosidade? Na primeira ecografia disseram que seria uma menina. Hoje tem 19 meses e é o menino dos meus olhos. Tenho uma paixão enorme por este rapaz, afinal, foi o menino que eu sempre quis. Confesso que foi com ele que realmente aprendi o que é ser tia e os motivos? A idade sem dúvida e o facto de estar presente na vida dele todos os dias. Por vezes é difícil de aturar, mas fácil de amar sempre! A melhor parte? Os sorrisos sinceros e os abraços súbitos que me deixam emocionada. 
A 15-10-2014 nasceu a princesa Alice. É uma menina tão amorosa e meiga. Vejo-a poucas vezes pois é irmã da minha sobrinha mais velha, logo significa que não mora perto de mim. É mau, mas uma vez presente, os momentos são de aproveitar. É linda linda linda!
Para acabar devia descrever o que para mim significa ser tia, mas não consigo. Penso que levaria horas para explicar algo tão bom, mas na prática seria muito breve, contraditório, eu sei. A verdade é que as melhores coisas da vida não se explicam, sentem-se. É impossível traduzir o orgulho, a vaidade e a felicidade que sinto quando ouço ''tia'' e sei que é dirigido a mim. É um amor tão grande. Faltam-me as palavras, é a mais pura das verdades. Ser tia significa tornarmo-nos ''responsáveis'' de certa forma no que diz respeito à educação, mas ao mesmo tempo esquecer completamente essa parte (não sendo irresponsáveis) e tornarmo-nos os ''melhores amigos''. É querer cuidar de uma forma incondicional! 
Eles são sem dúvida uma parte de mim e espero que um dia tenham tanto orgulho em mim como tia deles, como eu tenho em tê-los como meus sobrinhos 


quarta-feira, 29 de julho de 2015

Agora

O bom da vida é que o que não fazemos hoje, podemos fazer amanhã; O bom da vida é que se não valorizamos hoje, podemos valorizar amanhã.
Eu faço isto. Tu fazes isto. Todos nós acabamos por fazer isto. Mas a verdade é que, sim, nós podemos deixar para amanhã, mas também é verdade que ninguém sabe o que se vai suceder dentro de 24 horas, por mais que planeei. Tudo pode mudar num estalar de dedos ou numa questão de segundos. E depois? Que adiantou deixar para depois? Para quê adiar um abraço? Um simples ‘’gosto de ti’’? Para quê adiar o que nos faz feliz? Porquê não desfrutar de tudo aquilo que nos dá prazer e que dá o real sentido da vida? O que interessa é sermos felizes. E se não dá para ser a tempo inteiro, que seja através de momentos. O que interessa é vivê-los! Não é isso que todos nós queremos?
Bom, eu quero! Ok, falar é fácil, o difícil é pôr em prática certas ações, mas relativamente aos dois aspetos iniciais que referi, o segundo eu não deixo para depois. Se quero abraçar, abraço. Se quero dizer o quanto gosto de alguém, eu digo, mil e uma vezes por dia se for preciso, mas digo! Valorizar ‘’alguém’’ é AGORA, quando essa pessoa está ao nosso lado, presente mesmo que não fisicamente.
É por isso que falo com o coração a maior parte das vezes em que eu e ele conversamos. Porque gosto dele AGORA! E é agora que o precisa de saber. É agora que quero ser feliz com ele; Que quero correr para os seus braços e lá ficar até que não dê mais; Que quero olhar nos seus olhos e fazer com que leia nos meus lábios o quanto é especial para mim; Que quero brindá-lo com o meu maior sorriso porque algo de maravilhoso me aconteceu e quero partilhar com ele; Que quero o seu ombro para me reconfortar porque algo correu menos bem; Que quero adormecer ao seu lado; Que quero acordar a meio da noite e ficar a olhar para ele enquanto dorme; Que quero acordar mais cedo e preparar-lhe o pequeno almoço para que, quando acorde lho possa levar; Que quero passear de mão dada com ele, não para mostrar que estamos juntos, mas para sentir que estamos juntos; Que quero jantar à luz das velas só com ele ou num cenário menos ‘’formal’’, almoçar ''comida de plástico'' no sofá. O que interessa é que ele seja a companhia; Quero ouvi-lo cantar até me desfazer em lágrimas; Que quero que me ajude a cozinhar; Que quero que olhe para mim e sorria de forma diferente da forma que sorri para os outros; Que quero assistir a filmes agarrada a ele; Que quero que fiquemos horas a conversar com ele deitado nas minhas pernas; Que quero uma lista infindável de momentos onde nós os dois somos as personagens principais do nosso próprio mundo.
É agora que quero mais que tudo, apaixonar-me ainda mais por te observar sem dares pela minha presença. É agora que quero uma vida ao teu lado.
Tudo isto... AGORA!




Pedro Chagas Freitas 

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Momento Especial #2


 Este dia foi e é sem dúvida o meu #Momento 2!
Apresento-vos - para quem naturalmente não o conhece- o Filipe Delgado, detentor de uma das melhores vozes de Portugal na minha opinião.
Relembrar este dia provoca-me um misto de sensações. Foram breves minutos que pareceram segundos, mas que têm um valor enorme para mim. Foi uma tarde BASTANTE chuvosa, acreditem! Mas, em nenhum momento arredei pé, mesmo estando completamente desprovida de qualquer objeto que me abrigasse da chuva. O resultado? Bem, esse não foi o melhor. Saí de casa a sentir-me uma ‘’diva’’ e pouco depois de ter chegado ao local mais parecia que estava em casa e em pleno chuveiro.
Mas, afinal o que interessa é contar como tudo aconteceu não é? Como acabei de contar, estava a chover bastante e já depois de estar encharcada, fui ao encontro das pessoas que estavam comigo nesse dia, neste caso, parte da minha família. Assim que os encontrei, por ironia do destino, parou de chover. Então, tratei de me tornar de novo ‘’apresentável’’ perante a sociedade e é nesse momento que começo a ouvir esta grande voz a cantar e... Que dizer? Não pensei em mais nada. Desatei a correr para o sítio em que me encontrava antes e por entre a multidão que por ali andava espalhada, e qual a dificuldade? Conseguir de novo o meu lugar no meio de tanta gente ali presente. Óbvio que não consegui, mas felizmente fiquei de novo bem posicionada. O menos bom? Apenas assisti aos segundos finais da sua atuação. Que fiz de imediato? Um ‘’coração’’ com as mãos o mais alto que consegui na tentativa que ele conseguisse ver, mas isso não aconteceu. Qual a parte boa? Faltava ainda uma atuação. Permaneci lá à espera. Chegado o momento cantarolei esbanjando felicidade e terminei a bater palmas efusivamente! De novo ergui o ‘’coração’’ bem no alto e desta vez ele viu, sorriu e acenou e o facto de ter sido só para mim deixou-me num estado de pura euforia e que demorou algum tempo a ‘’abandonar-me’’. Como pensava ser a sua última atuação, á semelhança do que aconteceu no seguimento da primeira, desatei a correr até à saída do palco com a esperança de o encontrar e ‘’registar o momento’’. Foi um caminho longo. Não tanto no verdadeiro sentido da palavra, ainda que, não eram apenas ‘’três passos’’ até lá, mas ‘’longo’’ porque estava muita gente presente e por todo o lado e dessa forma o caminho parecia maior. Como se diz ‘’quanto mais depressa, mais devagar’’. Assim que cheguei não o encontrei. Esperei. Esperei. Nada dele. Como sou de ideias fixas, comecei a ‘’cercar’’ todas as saídas e todos os sítios por onde possivelmente poderia passar ou estar, na tentativa de o encontrar finalmente. Nada! Detesto a sensação de não conseguir alcançar um objetivo. Mas, heis que o oiço de novo em palco. Nesse momento percebi que não o encontrei porque ele não tinha saído das traseiras do palco. A parte boa de não estares na tua cidade é que noutra, à partida 99,9% das pessoas não te conhecem e podes correr, fazer tudo e mais alguma coisa que não te sentes envergonhada pois a probabilidade de as voltares a encontrar é mínima. Foi o que fiz. Mas, quando estava à procura de um lugar em frente a ele pensei que provavelmente não chegaria a tempo de o encontrar no fim da atuação e então, voltei para o sítio onde estava antes. A certa altura a minha cunhada desistiu de andar atrás de mim porque era quase impossível ela conseguir acompanhar-me. Por entre corridas a atuação terminou e eu não estava no local que devia estar. Aumentei a velocidade (risos). O momento da minha chegada coincidiu com a saída dele e assim que o avistei... Bem, imaginem aquelas cenas românticas, onde o fundo é um campo totalmente verde e as personagens correm lentamente para os braços uma da outra. Qual a diferença em relação ao cenário descrito? Foi tudo menos um momento romântico, aconteceu de modo bem rápido e se eu ia a correr ele ia tudo menos a fazer o mesmo, pois nem sabia que eu lhe ia cair literalmente nos braços. Sim, foi mesmo isso que aconteceu! Eu corri na sua direção e abracei-o de forma esmagadora. Deu para perceber que o apanhei completamente desprevenido. Foi um momento previsivelmente emocionante para mim. Deu para trocar umas palavras e para fotografar como tanto desejava. Curiosamente o momento da despedida foi o mais marcante. Se quando o encontrei fui eu que o abracei, naquele instante foi ele que me abraçou a mim. Relembro com o maior dos carinhos. Enquanto nos abraçávamos só lhe consegui dar os parabéns e ele agradeceu como era de esperar. Depois, cada um de nós seguiu o seu caminho. Como classificar esta tarde? Boa demais para ser verdade. MAS FOI!
Aqui está resumido (de forma muito alargada, eu sei, mas, não poderia ser de outra forma), um dos dias mais especiais que vivi até hoje. Não posso concluir sem antes contar que no dia seguinte lhe enviei mensagem através das redes sociais para de forma mais ‘’pacata’’ lhe falar de coração e também para lhe contar que a fui eu que o abracei daquela forma ‘’matadora’’ e que foi para mim que ele acenou quando me encontrava no público. O melhor? Ele lembrou, associou, reconheceu e agradeceu. Jamais esquecerei!